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 Obrigações 
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Mensagem Obrigações
Obrigações Euro taxa fixa ... o que convém saber :smt045

OBRIGAÇÕES EURO TAXA FIXA: EVITE A SOBRE-EXPOSIÇÃO

A aposta em dívida da zona euro é interessante para diversificar, mas será um erro dispendioso dar-lhes um peso excessivo.

Com a vasta oferta de fundos de obrigações, o investimento em títulos de dívida de taxa fixa denominados em euros deixaram de ter um papel incontornável. Longe vai o tempo em que eram praticamente a única opção para quem pretendia aplicar em obrigações.

Agora, há alternativas bem mais interessantes. Contudo, o euro ainda tem lugar numa carteira bem diversificada? Sim, mas em pequenas doses devido ao risco de subida das taxas de juro de longo prazo.


O jogo das taxas de juro

A evolução do valor dos fundos de obrigações em euros depende dos juros pagos pelos títulos que possuem na carteira, mas também da variação das suas cotações. Quando as taxas de juro de longo prazo descem, as obrigações ganham valor. Se as taxas subirem, a cotação da dívida de taxa fixa desce. Dado que o nível dos juros é bastante baixo na maioria dos países da zona euro, o risco de subida não é negligenciável. A dúvida não é “se”, mas “quando e a que ritmo”.

Como a situação económica da zona euro é frágil, é expectável que o Banco Central Europeu faça tudo ao seu alcance para manter baixo o nível geral dos juros. Ao mesmo tempo, a baixa taxa de inflação e o perigo da deflação poderão sustentar igualmente o valor das obrigações.

Contudo, o problema do elevado endividamento e da percepção do risco jogam contra a dívida europeia, pois tendem a pressionar em alta os juros. E se a zona euro sair do buraco, é inevitável que as taxas subam para níveis mais normais, penalizando o valor das obrigações e dos fundos que nelas investem.

Evite demasiada exposição

É certo que se aplicar o dinheiro durante mais de três anos, em condições normais, a probabilidade de perda é reduzida. Só que a situação económica actual da zona euro não se encaixa no rótulo de “normal”. Por exemplo, entre os vários países, as diferenças de juros (e de risco) são consideráveis.

Contudo, apesar das desvantagens, optamos por manter uma parte das carteiras recomendadas aplicada em obrigações em euros. Porquê? Em primeiro lugar, a correlação com os mercados accionistas é baixa, reduzindo o risco das carteiras. Segundo, embora haja alternativas, como a categoria da coroa sueca, não seria prudente também atribuir-lhes um peso demasiado excessivo pois estão sujeitas ao risco cambial.

Fonte : Proteste Investe

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28 Abr 2014
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Mensagem Re: Obrigações
A expectativa do expectável ...

OBRIGAÇÕES EM DÓLARES: DÊ ESTABILIDADE À SUA CARTEIRA

Investir em fundos dedicados à dívida norte-americana tem boas vantagens e é um amortecedor para choques.

Uma carteira de investimento optimizada tem de incluir os melhores mercados de acções mas igualmente de obrigações. Estes últimos são imprescindíveis para limitar as fortes oscilações da componente accionista, ou seja, o nível de risco a que submete as suas poupanças. Apesar de os últimos anos terem sido particularmente bons para a maioria das bolsas, não deve baixar a guarda. A prudência e a diversificação são essenciais para um bom investimento e é assente nesta premissa que os fundos de obrigações em dólares norte-americanos devem estar presentes.

Prós superam os contras

A normalização da política da Reserva Federal terá como consequência inevitável uma subida do nível dos juros nos Estados Unidos da América. Além das taxas de curto prazo, também os juros da dívida de médio e longo prazo, ou seja as obrigações, tenderão a aumentar. É uma situação idêntica à da zona euro, embora por cá a subida dos juros esteja mais distante.
A expectável evolução das taxas de juro será negativa para a cotação dos títulos já existentes e, consequentemente, penalizará o desempenho dos fundos especializados em obrigações em dólares do USA. Logo, se víssemos apenas sob este prisma, esta categoria não seria uma aposta interessante para uma carteira de fundos.
No entanto, as expectativas negativas para os juros são mais do que compensadas pelo dólar estar subavaliado face ao euro e pelo estatuto de valor de refúgio desta moeda e da dívida pública dos EUA. Se tudo continuar a correr bem para a economia global e para as bolsas, o dólar tenderá a apreciar-se face ao euro e impulsionar, por via cambial, o valor dos fundos de obrigações em dólares.
Mas se evoluirmos para um cenário de dificuldades na retoma mundial e de queda nos mercados de acções, os investidores irão, como sempre, procurar refúgio na nota verde e nos títulos do tesouro norte-americano, o que favorece naturalmente a rentabilidade dos fundos de obrigações em dólares.

Uma pitada de verde

A dívida em dólares combina actualmente dois factores que a tornam atractiva: a subavaliação do dólar face ao euro e o seu estatuto de refúgio num momento de excessiva valorização em muitas bolsas. É nesta perspectiva que é aconselhada a compra de fundos de obrigações em dólares numa carteira diversificada. Porém, não deve limitar a parcela obrigacionista à nota verde. Há outras categorias que também oferecem um bom rendimento-risco, tal como a coroa sueca.

Fonte : Proteste Investe

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30 Abr 2014
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Mensagem Re: Obrigações
ManSpider Escreveu:
A expectativa do expectável ...

Uma pitada de verde

A dívida em dólares combina actualmente dois factores que a tornam atractiva: a subavaliação do dólar face ao euro e o seu estatuto de refúgio num momento de excessiva valorização em muitas bolsas.
Fonte : Proteste Investe


ainda bem que haja quem pense de forma diferente :-"

dólar subavaliado ? :smt009 activos mobiliários (€) sobreavaliados quando comparados com os activos ($) ? :smt009

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a sorte dá muito trabalho

30 Abr 2014
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Mensagem Re: Obrigações
kwacha Escreveu:
ManSpider Escreveu:
A expectativa do expectável ...

Uma pitada de verde

A dívida em dólares combina actualmente dois factores que a tornam atractiva: a subavaliação do dólar face ao euro e o seu estatuto de refúgio num momento de excessiva valorização em muitas bolsas.
Fonte : Proteste Investe


ainda bem que haja quem pense de forma diferente :-"

dólar subavaliado ? :smt009 activos mobiliários (€) sobreavaliados quando comparados com os activos ($) ? :smt009


Caro kwacha, não fora haver quem sempre assim pense , este ano isto era quase tudo vermelho e em vez de 6 milhões ultrapassávamos largamente a população residente :lol: :smt005 [bigsmile]

A visão dos analistas na minha perspectiva é quase como jogar como um pau de dois bicos , o efeito mais positivo é de poder ser um amortecedor de eventuais perdas/ganhos quer a economia avance num sentido ou noutro \:D/

Claro que posso sempre estar enganado, já que não me chamo Cavaco :smt045

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30 Abr 2014
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Mensagem Re: Obrigações
Tal como tinha dito do meu clube , porque nestas coisas não devemos ir em futebóis ... [-X

OBRIGAÇÕES F.C. PORTO SAD

A FC Porto SAD irá emitir obrigações no montante de 15 milhões de euros, com maturidade a Junho de 2017. A taxa de juro anual das obrigações é de 6,75% ao ano e os cupões serão pagos de forma semestral. Esta emissão surge numa altura em que uma emissão de 10 milhões de euros irá vencer (6 de Junho). A nova emissão terá um valor nominal de 5 euros e o investimento mínimo é de 20 títulos (total de 100 euros investidos). O período de subscrição decorre entre 21 de maio e 3 de Junho e as ordens entretanto dadas poderão ser revogadas até 30 de maio.

Mais uma SAD deficitária

À imagem de outras sociedades anónimas desportivas (SAD), também as contas da FC Porto SAD não estão famosas: prejuízos recorrentes, pontualmente compensados por vendas de passes de jogadores de futebol a valores muito elevados, e capitais próprios negativos. O que significa que se trata de uma empresa em situação de falência técnica: o valor contabilístico dos ativos não chega para cobrir todas as dívidas (atualmente situadas nos 213 milhões de euros). E a não se vislumbram melhorias, pois os custos operacionais recorrentes (ou seja, excluindo passes de jogadores) superam os proveitos operacionais recorrentes.

Risco enorme

A rentabilidade anual oferecida não é negligenciável (TAEL de 4,4%), mas o risco financeiro destas obrigações é muito elevado. Ainda que o peso social dos clubes de futebol seja, para muitos, uma garantia que não irão entrar em incumprimento, para nós tal não é suficiente.

Ainda que o peso social dos clubes possa ser visto com um aspecto positivo e que não sejam considerados como uma empresa tradicional, que não suportariam manter-se muito tempo com capitais próprios negativos, preferimos focarmo-nos nos aspetos fundamentais por uma situação destas não é sustentável a longo prazo. Daí não recomendarmos investir nestas obrigações.

O nosso conselho é que invista em Certificados do Tesouro Poupança Mais, que tem um rendimento líquido anual mínimo de 3,03% (TAEL) a cinco anos. Com a possibilidade de ser superior, se o PIB de Portugal progredir: acréscimo à taxa de juro base de 80% da percentagem de subida do PIB nos dois últimos anos de vigência dos CTPM.

Se aceita mais risco e um rendimento variável, pode ainda investir em fundos que investem em obrigações de empresas com boa qualidade creditícia.

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16 Mai 2014
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Mensagem Re: Obrigações
uma boa notícia , mesmo depois do autêntico desastre da nossa selecção no Brasil [-o< ... porventura a má notícia será que não se sente isso na " real " digo eu, mas como tudo na vida pode ser visto em diferentes ângulos e perspectivas :smt045

PORTUGAL: CONSUMIDORES MAIS OPTIMISTAS

Em Junho, o indicador de confiança dos consumidores aumentou, prolongando a subida observada desde o início de 2013, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística.

Trata-se do valor mais elevado desde Novembro de 2009. O indicador de clima económico também recuperou em Junho, mantendo a evolução positiva iniciada em Janeiro de 2013 e fixando o máximo desde Setembro de 2008. Em termos sectoriais, o indicador de confiança aumentou na construção e obras públicas e nos serviços, mas diminuiu na indústria transformadora e no comércio.

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01 Jul 2014
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Mensagem Re: Obrigações
OBRIGAÇÕES DO TESOURO VERSUS DÍVIDA SÉNIOR DO BES

“Vou vender as Obrigações do Tesouro que detenho. Estava a ponderar comprar obrigações sénior 2018 do BES.”


Dado que as yields actuais são muito reduzidas, irá encaixar agora uma elevada mais-valia, tendo em conta que adquiriu as OT numa altura da crise do euro em que ofereciam rendimentos anormalmente elevados.

No entanto, tratou-se de uma oportunidade muito pouco comum no mercado de obrigações. Neste momento, não vislumbramos hipóteses de reinvestimento com uma relação rendimento/risco tão interessante, nem sequer aproximada. A obrigação sénior do BES, com vencimento em 2018, está a oferecer uma yield bruta em torno de 4%. Trata-se de um juro claramente insuficiente para compensar o risco de aplicar em dívida de um emitente do sector financeiro, onde os riscos de incumprimento não são negligenciáveis.

As alternativas

É neste contexto que a nossa preferência recai sobre os Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM). Esta aplicação de capital garantido proporciona um rendimento mínimo anual de 3% se detida por 5 anos. A este valor acresce um prémio se o produto interno bruto (PIB) nacional aumentar nos últimos dois anos do prazo, pelo que estimamos uma taxa anual efectiva líquida de 3,4%. De facto, é “pouco” se comparado com o ganho gerado pelas OT desde finais de 2011, mas a conjuntura actual é diferente, a situação do mercado está mais normalizada, pelo que os CTPM são o produto financeiro de capital garantido mais atractivo para investir a médio prazo. Os CTPM têm um rendimento líquido estimado superior ao da obrigação sénior do BES, maior liquidez (a partir do primeiro ano) e um risco bastante inferior.

Se não deseja subscrever CTPM, tem como alternativa a compra de fundos dedicados às obrigações em euros, coroas suecas ou dólares americanos, desde que aceite algum risco. Estas categorias de fundos têm um potencial interessante de valorização a médio/longo prazo, mas não há garantias de reembolso do capital investido. Ao contrário do investimento directo em obrigações, nestes produtos não é possível aplicar a estratégia de comprar e manter até à maturidade.

Fonte : Proteste Investe

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09 Jul 2014
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Mensagem Re: Obrigações
Um berbicacho actual e outra forma possível de abordar a questão : Especular está interessado :?:

OBRIGAÇÕES ESPÍRITO SANTO FINANCIAL GROUP

As obrigações da ESFG caíram bastante com a problemática relacionada com o grupo Espírito Santo. Tornaram-se atractivas ?

A obrigação é um título cuja cotação, de facto, recuou bastante. No entanto, se quiser comprar terá ainda assim de pagar 83% do valor nominal. Já quem queira vender, hoje só encontrava comprador a 65% do valor nominal. Este spread resulta da baixa liquidez destes títulos, o que é um dos motivos que habitualmente está na base da não recomendação determinado título.

Ainda assim, o desconto coloca a obrigação a pagar um rendimento anual líquido até à maturidade (Outubro de 2019) de 8,4%. Um rendimento atractivo, mas que ainda assim não justifica o risco acrescido. Com efeito, a agência Moody’s cortou a notação de risco de crédito da ESFG de Ba2 para Caa2 e continua sob alvo de uma nova revisão em baixa. Uma notação que representa uma situação muito vulnerável, dentro da designação global de “lixo” e próxima de incumprimento.

De facto, as obrigações da banca não são recomendáveis em face do risco elevado que ainda incorporam. E estas notícias vêm, de alguma fora, colocar a nu alguns receios que sempre tivemos.

Deste modo, especular não é aconselhável.

Fonte : Proteste Investe

Ao contrário das acções passíveis de suspender em bolsa com uma queda muito abrupta , nas obrigações isso não é possível [-X

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11 Jul 2014
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