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 Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro ! 
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Mensagem Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
Faltou-me dar-lhe os parabéns pela iniciativa do tópico! Aqui ficam.

28 Mar 2014
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Mensagem Re: Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
Caro alter_ego,

Antes de tudo os meus agradecimentos pela sua resposta e creio que de todos os confrades, em especial daqueles que se interessam mais por este tema, em dar a conhecer as suas opiniões sempre importantes para mais de quem já foi e vai a jogo =D>

É claro que não vou rebater qualquer ponto das suas ideias porque como diz e bem “as tácticas” são extremamente pessoais e devem adaptar-se ao perfil de cada um “ , a ideia aqui foi dar a conhecer regras que se podem adoptar no todo ou em parte , precisamente antes de nos lançarmos ás feras como diz.

Também tem toda a razão quando refere que o ano 2013 foi um ano positivo para a generalidade das bolsas.

Os princípios genéricos aqui enunciados e adoptados baseiam-se numa carteira real e em bolsa e pela fonte que indiquei pode confirmar que é da Proteste Investe, com resultados de um ganho líquido de encargos de 13,8% em 2013. Nos últimos cinco anos, o saldo anualizado foi de 8,1 por cento.

http://www.deco.proteste.pt/investe/interactive/GOOFRetirment/?utm_source=SITE&utm_medium=Takeover&utm_campaign=goofinvestors&utm_content=btnMore

É claro que não dá para ficar rico a jogar na bolsa tipo Warren Buffet, até porque nem convém que os ovos estejam todos no mesmo cesto , mas qualquer confrade desde que tenha capacidade financeira , pode replicar esta carteira bastando para isso tornar-se associado e assim ter uma equipe de especialistas que acompanham em pormenor e diàriamente o que de mais importante se passa nos mercados e principalmente nas acções que compõem a carteira , para além de muitas outras opções de investimento digamos que acompanhadas.

Com estes dados talvez sejam mais percebíveis os princípios genéricos aqui enunciados e porventura consiga ver aqui algumas das suas questões respondidas e algumas dúvidas ficarem mais claras.

Obrigado pelos parabéns , a intenção não será ensinar ninguém, mas tão somente elevar a literacia financeira básica, assim conseguir tirar algum dinheiro aos “ bandidos “ e quiçá equilibrar um pouco mais uma balança muito desequilibrada para um dos pratos.

Tenho para mim que " o saber para além da saúde é uma das nossas maiores riquezas " :smt045

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28 Mar 2014
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Mensagem Re: Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
Uma questão muito mais abrangente que o post anterior e sempre pode ajudar nas opções a tomar :!:

“Queria rentabilizar ao máximo até 30 mil euros sem risco de capital. O meu banco propôs os fundos Millennium Extra Tesouraria III e Millennium Liquidez."

Tendo como premissa a necessidade absoluta de preservação do capital investido, os fundos de investimento nunca são uma opção viável para o aforrador.

O Millennium Extra Tesouraria III FEI e o Millennium Liquidez privilegiam a aposta em dívida e outros activos de curto prazo pelo que, teoricamente, possuem um baixo nível de risco. No entanto, o capital nunca está garantido. Por exemplo, muito fundos com estas características registaram perdas consideráveis durante o período inicial da crise financeira internacional.

Aliás, mesmo que o objectivo não fosse ter o capital sempre garantido, consideramos que as categorias onde se inserem estes dois fundos, especiais de investimento (Millennium Extra Tesouraria) e tesouraria euro (Millennium Liquidez), não oferecem nenhuma vantagem clara aos subscritores. O potencial de rendimento é claramente insuficiente para o seu nível de risco. Não recomendamos.

A melhor forma de rentabilizar as poupanças, mantendo a garantia de capital, é através da constituição de um depósito a prazo ou do investimento a dívida pública. Até 1 ano, é entre as contas a prazo que poderá encontrar os juros mais atractivos. Acima desse horizonte, e até 3 anos, prefira os Certificados de Aforro.

Para prazos superiores a 3 anos, os Certificados do Tesouro Poupança Mais são a solução mais rentável para o seu dinheiro. Como, por prudência, aconselhamos que não dedique mais de 25% aos produtos de dívida pública, poderá repartir as poupanças entre os melhores depósitos e os Certificados.

Fonte : Proteste Investe

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03 Abr 2014
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Mensagem Re: Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
“Em 2010 apliquei num seguro de capitalização a 10 anos que me parecia dar um bom rendimento, até 5%. Tenho dúvidas se fiz um bom investimento. Devo resgatar?”


Com a descida das taxas de juro dos depósitos, pouco resta a quem pretenda produtos sem risco para o longo prazo. Os seguros de capitalização com capital garantido e rendimento certo, geralmente em subscrição durante um prazo limitado, são cada vez mais sugeridos como alternativa de poupança para esse perfil. Têm como vantagem uma menor taxa de imposto (11,2 ou 22,4%, consoante mantenha por mais de oito anos ou cinco anos, respectivamente), mas como desvantagem a falta de liquidez (geralmente são aplicadas comissões pelo resgate antes do vencimento).

Três critérios a ter em conta

- O rendimento é geralmente a característica que primeiro chama a atenção. No seguro em questão, a taxa é crescente, variando entre 2 e 5% brutos. No momento da subscrição, deveria ter em conta a taxa anual efetiva (2,7%) e comparar com as alternativas. Provavelmente, nessa altura, ficava atrás de outras alternativas que então existiam, como depósitos ou Obrigações do Tesouro. Como subscreveu há cerca de 4 anos, está neste momento a usufruir de um rendimento de 2,5% bruto e chegará até aos 5% no décimo ano.

- A liquidez é outro aspeto a ter em conta. Se necessitar resgatar o produto antes do vencimento, será bastante penalizado, pois ser-lhe-á cobrada uma comissão de resgate de 1% sobre o valor das unidades de participação. Cenário que não recomendamos, pois será bastante desfavorável.

- Por último, a segurança: os seguros não são assim tão seguros, se resgatar antes do vencimento corre o risco de não receber o capital que aplicou, como alias, é referido nas condições gerais deste produto. Neste caso em particular, trata-se de um ICAE – Instrumento de Captação de Aforro Estruturado – , o reembolso do capital vai depender da capacidade financeira do emitente da obrigação que está subjacente a um fundo autónomo. O fundo autónomo do seguro serve sobretudo para constituir a proteção de capital, estando totalmente aplicado numa Obrigação do Tesouro.

Preso na teia

Estes produtos são como teias de aranha, depois de cativo o capital, é melhor não mexer muito, ou será devorado de imediato. A alternativa é deixar estar, apesar das comissões continuarem a retirar uma parte do rendimento. O seguro não é particularmente interessante mas, como já subscreveu, é melhor manter e usufruir dos rendimentos de 2,5% até 5% sobre o montante investido (pagos mensalmente) pelo prazo restante, do que resgatar.

Fonte : Proteste Investe

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04 Abr 2014
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Mensagem Re: Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
Dúvidas ... e saber como uma má opção pode sair muito cara :smt045

SEGURO MILLENNIUM TRIMESTRAL 2013

“Investi 40 mil euros neste seguro convencido que estava garantida uma valorização de 3,25%, mas recebi um extrato que referia um valor de investimento de 36.630,94 euros. Devo manter?”

• O Seguro Millennium Trimestral 2013 8 Anos 3.ª Série (não normalizado) é um seguro de vida individual ligado a fundos de investimento, qualificado como instrumento de captação de aforro estruturado (ICAE) e produto financeiro complexo. A este seguro está subjacente um fundo autónomo e, assim, cada contrato é expresso em unidades de participação (UP), sendo que este seguro não atribui participação nos resultados.
• Trata-se de um contrato a prémio único, na entrega, com mínimo de 1.000 euros, por débito na sua conta bancária, sobre o qual não incide qualquer encargo, não sendo admitidas entregas adicionais. Acima daquele montante, o montante investido deve corresponder a múltiplos de 50 euros.
• Os pagamentos objeto do contrato dependem do bom cumprimento das responsabilidades por parte dos emitentes dos ativos que compõem o fundo autónomo. Caso os emitentes cumpram as suas responsabilidades, o investidor receberá por via de resgates parciais programados com periodicidade trimestral, um montante correspondente a uma taxa anual nominal líquida (TANL) de impostos e encargos, de 3,25%.

Seguros pouco seguros

Tal como é referido na informação certamente facultada pela seguradora/banco, este seguro pode proporcionar rendimento nulo ou negativo se o investimento não for mantido até à maturidade. Daí ser recomendada a imobilização do capital durante os oito anos e um dia. Caso resgate antes, terá que vender ao preço de mercado (cotação do fundo autónomo que lhe está associado) e poderá incorrer em custos e perdas de capital. Além disso, está sujeito ao risco de crédito da República Portuguesa, pois o fundo autónomo é composto por Obrigações do Tesouro.
Está também sujeito a risco de crédito do Millennium bcp, pelos depósitos a prazo subjacentes à carteira de ativos e swaps de cobertura de risco.

O que fazer?

Resgatar não é uma boa solução, pois implicaria a perda de parte do montante que investiu. A cotação do dia 8 de abril (53,2915) está bastante abaixo do valor nominal (100). Assim, se resgatar o seguro atualmente, como teria que o fazer a preço de mercado, iria perder quase metade do montante que aplicou, apesar do produto se designar seguro. E, se mantiver até ao fim receberá o capital investido acrescido de um rendimento correspondente a uma taxa anual nominal líquida de impostos e encargos, de 3,25%, caso o regime fiscal não sofra alterações e desde que os emitentes não entrem em incumprimento. Esta é pois a solução mais rentável e sensata: mantenha a aplicação.

Até porque, de momento, apenas os Certificados do Tesouro Poupança Mais lhe poderiam dar um rendimento semelhante, mas por cinco anos.

Fonte : Proteste Investe

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10 Abr 2014
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Mensagem Re: Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
Tem publicidade em grande escala mas pode não conhecer esta faceta ... siga o link e veja se está interessado :smt045

Imagem

https://omeudinheiro.deco.proteste.pt/

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11 Abr 2014
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Mensagem Re: Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
UNIÃO BANCÁRIA: LUTAR CONTRA A INÉRCIA

A recuperação da zona euro não deve servir de pretexto para abrandar o processo da união bancária. Os consumidores não podem continuar a ser o parente pobre das decisões da Europa.

A fase mais crítica da crise na zona euro está agora distante. Há apenas dois anos, no seu auge, questionou-se a viabilidade da moeda única e a permanência de alguns países, como Portugal e Grécia, no euro. Foram cenários que, na altura, considerámos extremamente improváveis e o tempo veio-nos dar razão .
Porém, também não cedemos ao optimismo de que tudo passou a estar bem e que a Europa vende saúde. A crise em torno da dívida soberana amainou e as taxas de juro desceram devido à intervenção determinada do Banco Central Europeu e não porque os problemas de base foram completamente resolvidos. Nesta área, o complexo processo decisório da União Europeia não ajuda, mas é preciso manter o ímpeto na readaptação das instituições e dos mecanismos europeus às novas realidades.

Quebrar laços Estado-bancos

O diagnóstico para que se possam vir a evitar crises idênticas à actual é bastante consensual. A zona euro precisa de uma união bancária. Embora este conceito possa ser alvo de interpretações mais latas, o principal objectivo tem sido criar um enquadramento em que as crises que atinjam as finanças de um Estado-membro não penalizem o respectivo sector financeiro nacional e vice-versa. Fala-se em quebrar a ligação, e o ciclo vicioso, entre os emitentes soberanos e os bancos. A Irlanda, Chipre e Espanha precisaram de financiamento devido aos problemas com os seus bancos. Na Grécia e em Portugal foram essencialmente as dificuldades do sector público que penalizaram a capacidade de financiamento dos bancos e da economia em geral. Em termos macroeconómicos, a política monetária do Banco Central Europeu também perdeu a sua eficácia. Os cortes na taxa directora deixaram de se repercutir uniformemente em toda a zona euro. Deu-se a chamada fragmentação. O acesso ao financiamento e os juros cobrados às empresas e às famílias deixou de depender da sua qualidade creditícia e passou a refletir sobretudo a situação do seu país de residência.

Três pilares: união manca

A união bancária europeia assentará em 3 pilares. Os principais passos foram, até agora, dados sobretudo no mecanismo único de supervisão. Sob a égide do Banco Central Europeu, entrará em funcionamento em Novembro de 2014. O segundo pilar, ou seja, o modo de funcionamento de um mecanismo único e comum, para actuar em caso de falência dos bancos, foi acordado, após duras negociações, pelo Parlamento Europeu e o Conselho Europeu apenas em Março deste ano. Mas a criação de um fundo comum para garantir os depósitos na zona euro ainda nem sequer está na agenda das entidades europeias. Só está em curso a discussão em torno da harmonização de algumas regras de funcionamento dos fundos nacionais.

Depositantes ainda ignorados

Embora todos os pilares sejam importantes, aquele que é naturalmente mais sentido pelos cidadãos europeus é a garantia do dinheiro que têm depositado nos bancos.
Para reforçar a confiança nos bancos, a Comissão Europeia determinou o aumento do limite mínimo da garantia para 100 mil euros em toda a União Europeia. Infelizmente, a Europa não fez mais nada nesta área. Não há união, nem uniformização sequer. Cada país continua a ter o seu fundo de garantia (ou vários) e que funciona também de forma diferente.
O resgate a Chipre também veio redefinir as regras. Após algumas propostas lamentáveis, os responsáveis europeus acabaram por concordar com a absoluta inviolabilidade dos depósitos até 100 mil euros. Mas acima desse valor, admitiu-se, pela primeira vez, que os depositantes poderiam ter perdas. E no caso de Chipre foram muito elevadas. Depois deste precedente, nada impede que situações idênticas possam ocorrer noutros países. Contudo, também é verdade que a crise bancária vivida em Chipre não poderia ser replicada na grande maioria dos países europeus, pelo que um cenário idêntico é extremamente improvável.
Atualmente, os Estados são, em última instância, o garante das responsabilidades dos bancos, nomeadamente dos depósitos. Em caso de falência de uma instituição financeira de grande dimensão, os fundos de garantia nacionais não têm capacidade para indemnizar os depositantes, forçando os Estados a intervir e colocando sob pressão as finanças públicas. Logo, a ligação perniciosa entre Estados e bancos também terá de ser quebrada ao nível dos depósitos. Corolário: é preciso um fundo único e comum na zona euro e tendencialmente também na União Europeia.

Fonte : Proteste Investe

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21 Abr 2014
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Mensagem Re: Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
Por serem novos talvez seja interessante conhecer , não pelo que oferecem mas para comparações com outros e com dívida pública :smt045

2 NOVOS BANCOS: CARREGOSA E PRIVADO ATLANTICO EUROPA

As ofertas do Banco Carregosa e do Banco Privado Atlântico Europa. Os depósitos estão ao abrigo do fundo de garantia nacional.

BANCO CARREGOSA

O banco de investimentos opera sobretudo online. A conta que recebe os novos clientes rende 2,6%, mas para três meses. Os outros depósitos não vão além dos 1,8%.

Depósito GoBulling Bem Vindo (3 meses)

Depósito exclusivo para novos clientes pelo prazo de três meses e não renovável. Não é permitida a mobilização antecipada. Não permite reforços. Rende 3,6% bruta, ou seja, 2,6% líquidos. Não pode aplicar mais de 50 mil euros.

Para o prazo de três meses é a segunda melhor proposta do mercado. É uma boa taxa, contudo, não pode renovar este depósito. Repare que as restantes ofertas de depósitos desta instituição não são assim tão atractivas. Trata-se de um banco de investimento e a oferta de depósitos é reduzida.

Depósito a Prazo Renda Mensal (12 ou 18 meses)

O mínimo de constituição é de 25 mil euros e não tem montante máximo. Paga juros mensais à taxa bruta de 2,5% (1,8% líquida). Contudo, não permite a mobilização do capital. Pode ser constituído por 12 ou 18 meses.
É semelhante ao Depósito Renda Mensal do Banco BIG, que rende um pouco menos (1,7% líquidos).
Pouco interessante. Há melhores ofertas de depósitos. E até os Certificados de Aforro rendem mais (2,3% líquidos).

Depósito GoBulling Rendimento Mensal (12 meses)

Também juros mensais durante um ano para montantes entre 25 mil e 500 mil euros. Este é constituído exclusivamente online no sítio do Banco Carregosa, mas a taxa é exactamente a mesma do depósito anterior: rende 1,8% líquidos. Também o conselho é o mesmo: pouco interessante. Há melhores ofertas de depósitos. E até os Certificados de Aforro rendem mais (2,3% líquidos).

Depósito a Prazo Taxa Fixa (3 a 12 meses)

Para montantes a partir de 10 mil euros. A remuneração varia entre 0,3 e 1,3% líquida, consoante o prazo, como consta abaixo. Pouco interessante.

DEPÓSITO A PRAZO TAXA FIXA (CARREGOSA)

Prazo
TANB (%) TANL (%)

Até 91 dias
0,4 0,3

De 92 até 182 dias
0,75 0,5

De 183 até 364 dias
1,75 1,3

365 ou mais dias
1,75 1,3

TANB: taxa anual nominal bruta. TANL: taxa anual nominal líquida.


BANCO PRIVADO ATLÂNTICO EUROPA

O banco angolano tem propostas para prazos até um ano. Os novos clientes recebem 2,5% durante três meses. Os restantes depósitos deste banco não passam de 1,8%.

Depósito Boas Vindas (3 meses)

Depósito para novos clientes sem possibilidade de renovação. Paga juros na maturidade à taxa de 3,5% bruta, ou seja, 2,5% líquida. O mínimo de constituição é de 5000 euros (5000 USD, se optar por abrir a conta em dólar norte-americano). Não pode aplicar mais de 500 mil euros. Não admite reforços, nem é permitida a mobilização antecipada. É uma boa taxa, mas também não permite renovação.

Depósito Flexível Atlântico Europa (1 a 12 meses)

Depósito a 1, 3, 6 ou 12 meses, possível de constituir em euros ou em dólar norte-americano. Sem mínimos nem máximos de constituição/manutenção. Rende 0,5% líquidos a um mês, 1,2% a três meses, 1,3% a seis meses e 1,7% a doze meses. Para montantes superiores a 500 mil euros as taxas atingem 0,7, 1,3, 1,5 e 1,8%, respectivamente. Há depósitos mais rentáveis. Pouco interessante.

Depósito Valor Crescente Série III (1 ano)

Depósito a um ano, com pagamento de juros trimestrais a taxa crescente (1, 2, 3 e 4% brutas), não capitalizáveis. Em termos de TANL média, rende 1,8%. Pouco interessante.
O mínimo de constituição e manutenção é de 5000 euros (ou dólares americanos, se optar por esta moeda). Não permite reforços. Pode mobilizar, mas com perda de juros.

Depósito Mais Valor Série II (6 e 12 meses)

Depósito a seis ou doze meses, sem possibilidade de renovação. Paga juros na maturidade à taxa de 1,4 ou 1,8% líquida, respectivamente. O mínimo de constituição e manutenção é de 1000 euros (ou 1000 USD, se constituir a conta nesta moeda). Não admite reforços. Rendimento pouco interessante. Há melhores propostas no mercado.

Depósito Atlântico Europa Net Série II (1 a 12 meses)

Constituição online e sem montante mínimo, mas não pode aplicar mais de 500 mil euros. Não tem renovação automática, nem permite reforços. Também pode constituir o depósito em dólares norte-americanos. Se constituir o depósito em euros, para prazos de 1, 3, 6 e 12 meses, rende 0,5, 1,2, 1,3 e 1,7% líquidas, respectivamente. Para cada um desses prazos há melhores ofertas. Pouco interessante.

Fonte : Proteste Investe

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23 Abr 2014
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Mensagem Re: Literacia Financiera... Rentabilize o seu Dinheiro !
Se já pensou nisto , veja se alguma pista lhe interessa ... :smt045

4 ESTRATÉGIAS PARA APLICAR O DINHEIRO DOS MIÚDOS

Tal como o leitor, nós sabemos que os seus descendentes são únicos. Por isso, a solução para o pé-de-meia deve ser o mais próximo possível do seu perfil. Assim, agrupámos as quatro soluções óptimas para as poupanças dos mais novos alternativas aos produtos oferecidos pela banca.
A idade dos seus rebentos é o que mais deve influenciar: quanto mais novo for, em teoria, mais pode prescindir da liquidez e mais deverá correr riscos para conseguir rendimentos superiores; se estiver mais próximo da data em que tenciona utilizar a poupança, deverá correr menos risco e optar pela garantia de capital e elevada liquidez. Mesmo para uma criança pequena, é possível optimizar combinando duas destas soluções: uma parte das poupanças em produtos de capital garantido (uma das duas primeiras propostas) e outra parte em produtos com mais risco (uma das outras duas).


1. Capital garantido e elevada liquidez: entre os depósitos a prazo e os Certificados de Aforro

São os produtos ideais para quem está muito próximo da data estimada de utilização do dinheiro.

A maior parte dos bancos tem depósitos bem mais rentáveis do que as contas específicas para jovens. Pode, por exemplo, aproveitar depósitos especiais para novos clientes ou então os depósitos online para conseguir taxas de juro mais elevadas. Mesmo que opte pelas restantes estratégias, que envolvem outros montantes, pode usar os depósitos para acumular capital, ou seja, como se fosse um mealheiro para reunir o capital necessário para investir noutros produtos. A vantagem de aplicar em depósitos é a elevada liquidez e simplicidade. No entanto, o rendimento é modesto.

Outra opção a considerar são os Certificados de Aforro, um produto bastante simples, que pode ser subscrito a partir de 100 euros nos Correios e no qual se pode efectuar reforços sempre com este montante mínimo. Pagam juros trimestralmente, que se juntam ao capital investido, e o dinheiro está disponível após os primeiros 3 meses. A taxa de juro depende da Euribor a 3 meses e de um prémio de permanência que, actualmente está suspenso e foi substituído por um prémio fixo de 2,75% até ao final de 2016. Em maio, as novas subscrições rendem 2,4%.

2. Capital garantido e menos liquidez: dívida pública mais generosa

Quem está a mais de 3 anos de utilizar o capital pode exigir rendimentos superiores.

Para os pais que não querem riscos, querem garantia de capital e de rendimento a médio ou longo prazo, os Certificados do Tesouro Poupança Mais são a aplicação certa. Contudo, deverão prescindir de liquidez nos primeiros anos (no primeiro ano não é possível resgatar e só compensa, face aos Certificados de Aforro, se aplicar pelo menos por 3 anos). Estes Certificados pagam juros brutos anuais a taxa crescente, entre 2,75% e 5%. Em termos anuais efectivos rende, pelo menos, 3% depois de impostos se mantiver durante os 5 anos do produto. Poderá ser um pouco superior, pois, no quarto e quinto ano, a taxa de juro pode ser majorada em função da taxa de crescimento do produto interno bruto. A subscrição é feita nos Correios e não tem qualquer custo. Há uma pequena desvantagem: o montante mínimo exigido é de 1000 euros, o que pode ser demasiado elevado para uma poupança periódica. Não há a possibilidade de efectuar reforços: cada entrega posterior será uma nova subscrição. Só podem ser titulares as pessoas singulares e maiores. Tem de ficar no nome dos progenitores.

3. Pequenos montantes sem capital garantido: uma mistura de sucesso

Para as crianças que ainda estão longe de necessitarem de capital e os pais tencionam fazer entregas de pequeno montante: fundos mistos.

A estratégia potencialmente mais rentável no longo prazo é aplicar num fundo misto, ou seja, um fundo que investe simultaneamente em ações e em obrigações. Neste caso, o capital não está garantido, nem mesmo na data em que pretende resgatar o montante acumulado. Mas, para um prazo alargado, nomeadamente superior a cinco anos, é a aplicação mais adequada. Sugerimos os fundos mistos neutros, aqueles com uma repartição equitativa de ações e obrigações. São soluções muito mais interessantes para o longo prazo.

4. Elevados montantes sem capital garantido: uma festa de fundos

Para as crianças que ainda estão longe de necessitarem do pé-de-meia e os pais tencionam fazer entregas de montante elevado

Se o seu rebento ainda está longe de necessitar do capital, a mais de 5 anos, e tenciona fazer entregas de montante significativo (pelo menos 1000 euros), então o mais adequado é uma das carteiras recomendadas de fundos . Desta forma constitui um investimento diversificado e gerido por profissionais. Para facilitar a vida aos subscritores, criámos um protocolo com a gestora Optimize. O montante mínimo inicial é de 5000 euros e nas entregas posteriores é exigido um mínimo de 1000 euros. Recebe ainda um prémio anual de 0,2% sobre o valor da carteira. A nossa carteira neutra (metade aplicada em fundos de acções e outra metade em fundos de obrigações) conseguiu um resultado de 10,1% em 2013 e 12,3% por ano nos últimos 5 anos. A vantagem face à opção anterior de aplicar num fundo misto é que tem uma carteira muito mais diversificada de títulos e esta carteira é automaticamente modificada de acordo com as recomendações da PROTESTE INVESTE, enquanto se optar por um fundo misto terá de estar atento no futuro para eventuais mudanças de conselho.

Fonte : Proteste Investe

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20 Mai 2014
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AS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES DOS INVESTIDORES

Na busca do melhor destino para as poupanças, todos os aforradores acabam por ter dúvidas semelhantes.

A par das dúvidas mais gerais que assolam todos aqueles que poupam e querem assegurar uma maior tranquilidade financeira, há um conjunto de questões que são típicas de quem se lança no mundo dos investimentos. Ao ler os exemplos, que de seguida lhe apresentamos, é muito provável que se reveja num ou noutro caso. Estar consciente dos obstáculos, fazer estas perguntas a si próprio e entender as justificações inerentes às respostas é meio caminho andado para ter muito mais sucesso nas suas decisões de investimento.

“Aplicar na dívida do Estado é seguro? A saída da troika não agrava o risco de incumprimento? Posso comprar Certificados do Tesouro e ficar descansado?”

O pedido de ajuda financeira externa por Portugal deixou muitos aforradores preocupados. Os cenários de reestruturação da dívida pública nacional e, até, a saída da zona euro constituíram, e ainda são, uma fonte de receio para vários portugueses.

Com a saída da troika nada indica que o risco tenha aumentado. Ao invés, assiste-se ao prolongamento da normalização na forma como a dívida pública portuguesa é avaliada pelos mercados e a consequente descida do nível das taxas de juro das obrigações emitidas pela República Portuguesa. Além disso, o Estado português continuará sob atenta vigilância das autoridades europeias.

Neste cenário, os Certificados do Tesouro Poupança Mais, que apresentam uma taxa anual líquida mínima de 3% a 5 anos, são indiscutivelmente uma aplicação interessante. Por isso, são recomendados para investir por prazos entre 3 e 5 anos. Consideramos que a hipótese de incumprimento financeiro por parte do Estado é altamente improvável, mas não há aplicações 100% seguras. Não dedique mais de 25% das suas poupanças aos títulos de dívida pública.

“O meu gestor de conta sugeriu um depósito a prazo que pode render 5% em 12 meses. É uma boa aposta?”

Nos últimos anos, a legislação que regula os depósitos veio por termo a alguns abusos, nomeadamente na publicidade. No entanto, quando comercializam depósitos com juros variáveis e dependentes de fórmulas de cálculo, os bancos continuam a colocar maior ênfase em rendimentos que muito dificilmente serão alcançados pelo depositante. Por norma, a probabilidade de atingir o ganho máximo anunciado é muito remota. Tal como nos depósitos tradicionais, sabe-se que no final do prazo receberá a totalidade do capital investido, mas arrisca-se a ter o dinheiro parado nestes depósitos “especiais” durante muito tempo recebendo um juro baixo ou até mesmo nulo. Para desvendar se um depósito indexado é interessante é preciso estimar o seu rendimento esperado, uma tarefa que não está ao alcance da maioria dos todos. Antes de subscrever, tente saber o máximo sobre o produto.

“Por que razão por vezes não são recomendados os fundos que obtiveram as rentabilidades mais elevadas no último ano?”

Os ganhos obtidos no passado são um fraco indicador do potencial que o fundo de investimento tem no futuro. Ou seja, é tida em conta a valorização que prevemos para o futuro e não os ganhos ou perdas registadas no passado. Estas são apenas consideradas de forma indirecta, pois o potencial de ganho de uma bolsa depende também do nível actual das cotações que, por seu turno, é fruto da evolução passada.

Uma forte subida nos últimos meses até pode implicar que o mercado no qual o fundo investe se tornou caro e desinteressante. Um raciocínio idêntico deve ser aplicado às perdas sofridas pelos fundos. Só por si, as quedas não são um indicador suficiente para avaliar o fundo. Tanto podem significar uma má gestão, uma queda justificada por más perspectivas ou, pelo contrário, indiciar uma penalização excessiva por parte dos investidores e ser uma oportunidade de compra.

Há atitudes precipitadas que deve evitar nos fundos e no investimento directo em acções: “vou investir agora que a bolsa tem dado bons ganhos” e “compro já para aproveitar a forte queda da cotação”. Apenas com base nestes sentimentos, o mais certo é tomar decisões erradas e lesivas do seu património.

“Há anos que faço entregas para um PPR. Devo continuar?”

O grosso dos benefícios fiscais dos planos de poupança-reforma já faz parte da história, mas os PPR continuam entre os produtos de poupança preferidos dos portugueses. É uma opção que nem sempre é a mais acertada.

Em primeiro lugar, os PPR não são a melhor solução para todos os perfis de investimento. Quem pretende poupar para a reforma, mas está muito distante desta meta deve ter uma aposta mais centrada nos mercados de acções ou aplicar as poupanças através de uma carteira de fundos de investimento.

Em segundo lugar, PPR há muitos. A subscrição de um plano bem gerido e com baixos custos terá um efeito considerável na rentabilização do seu património no longo prazo. Sabe como está a ser o desempenho do seu PPR? Provavelmente está a pagar comissões acima da média e o rendimento tem sido fraco. Verifique se vale a pena manter o seu PPR actual. Não ceda à inércia e transfira as suas poupanças para um produto que seja mais bem gerido.

“Acho que há empresas claramente com bom potencial de negócio. Devo investir nestas acções?”

Uma actividade promissora é, de facto, um bom trunfo para o sucesso de uma empresa. Contudo, só por si, está longe de ser suficiente para justificar o investimento nas suas acções. É imprescindível saber quanto vale esse potencial e compará-lo com o custo do investimento, ou seja, a cotação das acções na bolsa. Com a crescente inovação têm surgido na bolsa muitas empresas com um potencial de crescimento indiscutível em áreas como as energias renováveis, a biotecnologia e as redes sociais. Mas será que valem realmente o que “pedem” por elas? Um Ferrari por 5 mil euros é provavelmente um bom negócio, mas pagaria 5 milhões apenas porque é um bom carro?

Uma análise fundamental das empresas, recorrendo nomeadamente a um conjunto de indicadores e rácios bolsistas. Estes permitem avaliar se, face à cotação actual, a empresa está barata, cara ou correctamente avaliada.

“Um amigo disse-me que tem ganho dinheiro através de um negócio que descobriu na Internet. É possível?”

Quem é que não gostaria de ver o seu património duplicar ou triplicar em pouco tempo sem risco nenhum? É este tipo de promessa que está subjacente a muitos “investimentos” propostos por determinados sítios na Internet. A grande maioria são esquemas de pirâmide e podem ter vários níveis de refinamento, mas fazem sempre apelo a duas características humanas: a necessidade e a ganância. Ao longo dos últimos meses, recebemos muitas questões sobre estes “negócios” e alertámos os nossos leitores para vários possíveis casos de fraude.

Não há milagres. Estes esquemas de pirâmide não assentam em negócios sustentáveis e funcionam apenas enquanto conseguem cativar e angariar mais vítimas. É o dinheiro fresco que permite manter estes esquemas activos, mas é inevitável que acabem por implodir e provocar elevados prejuízos. O dinheiro dos “investidores” pode desaparecer de um dia para outro.

A maioria das fraudes é fácil de detectar e até os casos mais elaborados, como a fraude conduzida por Bernard Madoff, revelam sinais estranhos. Como é possível obter ganhos certos e elevados de forma consistente e sem risco? A falta de transparência é outra evidência de que algo errado se pode passar.

Ninguém está a salvo de ser vítima de uma fraude, mas se seguir as regras básicas ficará mais protegido. Nunca aplique o seu dinheiro em negócios que prometem ganhos colossais sem risco. Invista apenas em instituições devidamente autorizadas pelas entidades reguladoras. Veja como se proteger.

“Se o ouro é um investimento seguro, por que motivo não se aconselha a compra?”

Ao contrário do senso comum, o ouro não é um investimento 100% seguro. O valor do metal dourado é determinado pela lei da oferta e da procura, pelo que oscila ao longo do tempo. A subida, quase ininterrupta, da cotação até 2011 transmitiu uma falsa ideia de permanente valorização. Naturalmente, nenhum investimento é totalmente seguro nem apresenta ganhos eternamente. Quem adquiriu ouro nos máximos de 2011 e pretender vender agora terá um prejuízo considerável. E se falarmos de ouro físico, dadas as comissões elevadíssimas cobradas por certos intermediários, as perdas podem ser colossais. No terreno mostrou que numa transacção diária podia ter uma perda superior a 25%, mesmo que a cotação internacional do ouro se mantivesse.

Ainda assim, este metal precioso continua a ter as suas virtudes. Se detido na sua forma física (moedas, barras, etc.), em situações extremas, como um conflito armado ou o colapso do sistema financeiro, permite-lhe proteger o seu património de uma forma que mais nenhum activo financeiro ou real conseguirão. Contudo, como se constata, esta protecção contra catástrofes tem um preço: o ouro não gera rendimento e o seu valor pode cair com o tempo.

“Gostava de ganhar mais dinheiro com as minhas poupanças, mas os depósitos não rendem nada. Tenho alternativas?”

Os aforradores com um perfil mais conservador, habituados a aplicar apenas nos produtos tradicionais (depósitos a prazo, Certificados de Aforro), têm outras alternativas, mas devem abordá-las com bastante prudência. Quem constitui um depósito a prazo tem a garantia de receber o capital investido e sabe quanto receberá de juros. O mesmo é válido para os Certificados de Aforro e do Tesouro emitidos pelo Estado.

Contudo, quando se pretende caminhar para produtos financeiros com um potencial de rendimento mais elevado, estas garantias contratuais desaparecem. Por exemplo, em certos cenários, o investimento em acções é atractivo e pode gerar ganhos elevados, mas estes são incertos e há sempre risco de perder parte do dinheiro aplicado. Há muitas nuances entre os muitos produtos financeiros e há formas eficazes de controlar o nível de risco, mas a lei do investimento é sempre válida: para ganhar mais, tem de correr mais riscos.

Se não está disposto a assumir uma pontinha de risco, então limite-se a procurar os depósitos mais bem remunerados. O preço a pagar pela segurança é que irá limitar substancialmente o crescimento potencial do seu património financeiro no longo prazo.

“Onde investir”

É provavelmente a dúvida mais frequente entre os aforradores.

No entanto, é muito provável que haja mais de que uma resposta para o seu caso. O aforrador tem vários objectivos complementares, porque uma boa estratégia de investimento não deve ser complexa mas também não pode ser demasiado simplista. Por exemplo, é importante constituir um pé-de-meia para enfrentar uma situação de emergência. Neste caso, a melhor solução está em produtos de curto prazo como os depósitos.

Mas o mesmo aforrador, decerto pretende poupar para a reforma. Para atingir este objectivo, as opções são outras e bem diversas.

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17 Jul 2014
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RECLAMAÇÕES DE PRODUTOS FINANCEIROS? FAÇA-O POR ESCRITO

Banco de Portugal, CMVM e Instituto de Seguros de Portugal são a última linha para dúvidas e reclamações. Para contactá-los, envie carta ou mensagem de correio electrónico.

Está tripartida a supervisão dos produtos financeiros: o Banco de Portugal encarrega-se de controlar os depósitos bancários, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) vigia a maioria dos instrumentos financeiros e o Instituto de Seguros de Portugal (ISP) guarda os seguros e os fundos de pensões. Esta distribuição pode ser, no mínimo, confusa e, por vezes, difícil de decifrar. Embora os produtos financeiros complexos sejam da competência da CMVM, o Banco de Portugal observa os produtos financeiros complexos que envolvam apenas depósitos. A CMVM também chama para si a supervisão dos fundos de pensões de adesão individual, mas os fundos de pensões de adesão colectiva são examinados pelo ISP.

A pergunta do poeta romano Juvenal – “Quem guardará os guardiões?” – ecoam do primeiro século até ao século XXI. Um investidor que queira esclarecer dúvidas ou apresentar uma reclamação pode ter de bater a muitas portas. Para relatar estas dificuldades, foram colocadas anonimamente dúvidas aos três supervisores através de três vias de contacto: presencial, telefónica e por correio electrónico.

Não se ponha a caminho

Se está a pensar em sair de casa para apresentar as suas dúvidas ou as suas reclamações, pense duas vezes. Ao chegar ao Banco de Portugal, o nosso investigador anónimo não passou da entrada do edifício: a funcionária da empresa de segurança informou-o que não há atendimento presencial e que deveria enviar uma carta ou preencher o formulário no portal do Banco de Portugal. Na CMVM, o investigador também não passou da entrada, mas, desta vez, deram-lhe um telefone para falar com uma funcionária. Na prática, se tivesse telefonado de casa, a experiência teria sido a mesma. O ISP foi a excepção: o atendimento presencial foi rápido e esclarecedor.

Insuficiente ao telefone

A experiência telefónica não foi boa. As respostas foram muito vagas ou incompletas. Quando se falou em dois títulos presentes na carteira de investimentos, o condicional foi o tempo verbal escolhido para as respostas da CMVM (“poderia ser que as empresas emitentes estivessem interessadas em comprar” ou “poderiam ser direitos de incorporação”), mas sem pistas para resolver o problema colocado. Ao telefone com o Banco de Portugal, percebeu-se claramente que a funcionária não sabia o que são certificados de depósito, o protagonista da pergunta apresentada. Mais uma vez, a experiência junto do ISP foi a mais positiva: a resposta foi directa.

Prefira escrever

Não há dúvida que, no contacto com as entidades supervisoras, deve optar por escrever em vez de telefonar ou visitar presencialmente. Por esta via, o pedido de esclarecimento à CMVM foi o mais bem respondido: embora as comunicações tenham sido por correio electrónico, a mensagem de resposta chegou com um documento formal em anexo, ideal para apresentar como prova junto de um intermediário financeiro num caso de reclamação.

O ISP também respondeu com uma mensagem formal, embora tenha solicitado mais detalhes para avançar com o esclarecimento. Através do Banco de Portugal, os nossos investigadores anónimos tiveram o pior resultado escrito: a mensagem apenas apontava para uma página no Portal do Cliente Bancário do supervisor e não respondia directamente à pergunta formulada.

Vá pelos seus dedos

Caso prefira contactar directamente os supervisores, estes são os seus contactos.

Banco de Portugal
Departamento de Supervisão Comportamental
Rua Francisco Ribeiro, 2, 1150-165 Lisboa
clientebancario@bportugal.pt
707 201 409 (€ 0,10 /min da rede fixa e € 0,25/min das redes móveis)

Comissão do Mercado de Valores Mobiliários
Departamento de Apoio ao Investidor e Comunicação
Rua Laura Alves, 4, 1050-138 Lisboa
cmvm@cmvm.pt
800 205 339

Instituto de Seguros de Portugal
Avenida da República, 76, 1600-205 Lisboa
consumidor@isp.pt
808 787 787

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23 Jul 2014
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AFORRADORES SÃO RESISTENTES À MUDANÇA

Os portugueses não gostam de mudar de banco, mas deveriam pensar seriamente nesta possibilidade.

Não é a primeira vez que defendemos a mudança de banco. Os nossos analistas já demonstraram que os ganhos podem ser relevantes. Os nossos últimos cálculos mostram que os investidores de bolsa podem poupar até 1731 euros por ano seleccionando o intermediário financeiro mais económico. É possível aumentar o rendimento anual de um depósito a 12 meses mais de 3 vezes face à média optando pelo mais generoso. Porém, sabemos que os aforradores portugueses ainda resistem à mudança, mesmo que seja economicamente viável. Para mais bem perceber este fenómeno, lançámos um inquérito aos nossos subscritores que frequentam este portal financeiro.

Pouca vontade de se mexer

Os dados recolhidos confirmam a nossa ideia: os portugueses têm muita resistência à mudança dos seus investimentos de intermediário financeiro. De facto, apenas 20,9% dos inquiridos afirmou já ter mudado de banco, enquanto 12,7% já pensou nessa situação mas não o fez. Os principais motivos que se prendem com a não mudança dizem respeito à dificuldade ou à morosidade do processo, mas a resposta “ainda estou a pensar” também é muitas vezes referida.

Quem muda, fá-lo sobretudo porque o novo banco apresenta melhores condições de investimento ou acesso a mais mercados, mas o facto de se mudar a conta corrente leva as pessoas também a alterar a sua conta de investimentos. Ao contrário do que é a crença de quem nunca mudou, a generalidade das pessoas não teve problemas com a mudança ainda que seja exercida alguma pressão a partir do banco no qual se detinha a conta. E a mudança foi rápida: mais de 76% dos inquiridos que se recordam dizem que o processo demorou menos de uma semana. De resto, apenas 8% dos inquiridos que mudaram de intermediário financeiro classificaram o processo de mudança como difícil ou muito difícil. Cerca de 64% considerou o processo fácil ou muito fácil.

Nas mudanças nota-se um peso grande da saída dos bancos mais tradicionais (os cinco maiores com perto de 70%), mas uma grande dispersão do banco de acolhimento. O novo banco não é necessariamente o intermediário que oferece as melhores condições do mercado mas sim melhores do que as que o investidor tinha anteriormente.

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Fonte : Proteste Investe

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24 Jul 2014
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