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 Depósitos Bancarios 
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Confrade
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Mensagem Depósitos Bancarios
Porque nestas coisas não devemos ir em futebóis ...

CONTA RENDIMENTO CR BES NET: RENDE APENAS 1,2%

A Conta Rendimento CR BES Net rende 1,2 ou 1,3%, consoante o montante, para o prazo de ano e meio.

• Depósito exclusivo para clientes aderentes ao BESnet, sendo a subscrição feita através desse serviço. O mínimo de subscrição e manutenção é de 1000 euros.

• São permitidas mobilizações antecipadas, totais e parciais, a qualquer momento, com penalização total dos juros referentes a esse semestre sobre o montante mobilizado.

• Rende 1,2 ou 1,3%, consoante o montante, para o prazo de ano e meio.

Há depósitos bem mais rentáveis e até mesmo os Certificados de Aforro, indicados para o curto prazo, rendem 2,4%. Por isso só os distraídos ... .. ........ :smt045

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06 Mai 2014
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Confrade
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Mensagem Re: Depósitos Bancarios
Em época de decisões futebolísticas , depois destas fintas e dribles desmontadas , veja se é para si vantajoso ... \:D/

VANTAGEM CR100: “2 EM 1” NÃO COMPENSA

A nova campanha do BES é uma espécie de “2 em 1”: permite poupar e garante um elevado rendimento. Em troca, pede-lhe o domicílio do ordenado ou pensão.

“2 em 1”

«Juntámos o útil ao rentável» é o slogan da nova campanha do Banco Espírito Santo, protagonizada por duas figuras bem conhecidas dos portugueses. Juntam-se duas ideias numa só campanha: a facilidade em poupar, tarefa cada vez mais difícil nos dias que correm, com uma rentabilidade competitiva para as poupanças.

Na realidade não é bem um novo produto, é uma campanha de angariação de clientes associada a vários produtos: uma conta à ordem com cartões e uma conta de poupança programada, pedindo em troca o domicílio do ordenado ou pensão. A conta à ordem é interessante, mas a conta de poupança só é atrativa para a entrega de montantes muito reduzidos. Em subscrição até 31 de julho num balcão do BES.

Poupança de 3% nas compras

Uma das vantagens anunciada nesta campanha é a poupança de 3% por cada 100 euros de compras até 500 euros por mês, com os cartões da Conta BES 100% (débito, crédito ou pré-pagos, todos eles com anuidades gratuitas), mas só até final do ano.

O reembolso é feito, mensalmente a partir de 31 de julho de 2014. Ou seja, o reembolso total possível com esta campanha varia entre 3 e 90 euros. Até ao final do ano são seis meses, ou seja, pode ser-lhe reembolsado o máximo de 90 euros pela adesão a este produto se todos os meses até ao final do ano gastar, pelo menos, 500 euros com os cartões da Conta BES 100%.

Esta conta faz parte das nossas Escolhas Acertadas, desde que cumpra as condições (domiciliação de ordenado e pelo menos 50 euros de compras por mês), caso contrário implica o pagamento de 4,49 euros mensais.

Poupança a render 3% em conta

A esta campanha está associada a Conta Poupança Programada CR100, pelo prazo de um ano, em que:

• O montante de abertura está limitado a um máximo de 200 euros. A adesão pressupõe a definição de um plano de entregas mensais, sendo possível a suspensão ou alteração da data e montante a qualquer momento.

• Pode fazer reforços pontuais fora do plano de entregas programadas, desde que respeite os mínimos e máximos estabelecidos: mínimo de 10 euros nas entregas/reforços mensais e máximo de 200 euros; e o montante máximo para entrega/reforço anual é de 5000 euros. Ou seja, o saldo anual da sua conta não pode ultrapassar os 5000 euros.

• A remuneração é de 3% bruta, ou seja, 2,16% líquida, desde que haja domiciliação do ordenado ou pensão de valor igual ou superior a 375 euros durante os 12 meses de vigência do depósito. Os juros são pagos no final do prazo.

• São permitidas mobilizações antecipadas, parciais ou totais, a qualquer momento. As mobilizações antes do vencimento, implicam a penalização total dos juros.

Conselho

Se a conta à ordem é interessante, o produto de poupança só interessa para as pequenas poupanças. Muito pequenas. Por exemplo, supondo que aplica 10 euros por mês e faz uma entrega adicional de 4880 logo no primeiro mês, de forma a colocar o máximo possível a render desde o início, recebe cerca de 107 euros em juros.

Num segundo cenário, com entregas mensais máximas de 200 euros, ganha apenas 28 euros de juros (TAE de 1,17%). Ou seja, apesar de 3% bruta ser uma taxa apelativa no contexto atual, trata-se de um plano de entregas mensais e à medida que nos aproximamos do afinal do ano, o impacto dos juros é cada vez menor.

Para ganhar os 107 euros em juros precisaria aplicar logo no primeiro mês 4880 na conta de poupança. Quer simplificar a sua vida? Se tem os 5000 euros, aplique em Certificados de Aforro (2,4%) ou nos melhores depósitos a prazo (até 2,5%) e receba 117 ou até 126 euros de juros, respetivamente. Aliás, os Certificados de Aforro exigem um mínimo de 100 euros em cada subscrição e são mais interessantes do ponto de vista do rendimento, pelo menos até final de 2016, enquanto vigorar o prémio fixo de 2,75% bruto. Mais uma vez, parece-nos uma campanha para tentar lavar a cabeça dos mais distraídos.

A lei é para todos e a FIN também

Segundo o ponto n.º 2 do Artigo 4.º do Aviso n.º4/2009 do Banco de Portugal, relativo à ficha de informação normalizada (FIN) para depósitos: «Quando as instituições de crédito divulguem depósitos no seu sítio na Internet, devem igualmente disponibilizar as respetivas fichas de informação normalizada, em local bem visível e de acesso direto a partir das páginas em que esses depósitos sejam divulgados».
Infelizmente, no sítio do Banco Espírito Santo, onde é referido o depósito em causa, é referida a taxa bruta do depósito (3%) e algumas informações, poucas, mas não consta nenhuma ficha normalizada de informação técnica sobre esta conta. Bem pelo contrário: é pedido ao utilizador/cliente/visitante da página, que insira os seus dados pessoais (nome, telefone e email) para posteriormente ser contactado com mais informações sobre o produto.

Não nos parece que seja a melhor forma de tratar a transparência do produto. Além disso, a Lei deve ser respeitada e é a mesma para todas as instituições financeiras. Os consumidores agradecem a correcção desta situação. :smt045

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Mensagem Re: Depósitos Bancarios
Obrigado pelas dicas confrade, sempre a aprender.

13 Mai 2014
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Mensagem Re: Depósitos Bancarios
bugatti Escreveu:
Obrigado pelas dicas confrade, sempre a aprender.


Confrade bugatti o " aprender é como o viver " quanto mais melhor ... de preferência com qualidade :smt045

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13 Mai 2014
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Mensagem Re: Depósitos Bancarios
DEPÓSITO TRADIÇÃO: FÉ EM MOEDA ESTRANGEIRA ?

O Depósito Tradição do Banif pode ser constituído em várias moedas e oferece medalhas de santos em ouro ou prata, consoante o montante aplicado.

• Depósito no Banif pelo prazo de um ano, não renovável, com pagamento de juros na data de vencimento. Pode ser constituído em várias moedas (euro, dólar americano, dólar canadiano e libra esterlina).

• Além da taxa de juro, o Depósito Tradição oferece uma medalha alusiva às tradicionais festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em São Miguel. Medalha que pode ser em latão com acabamento a ouro ou em prata, consoante o montante aplicado.

• O montante mínimo exigido para constituição é de 10 mil unidades monetárias, com novos fundos. Não é permitida a mobilização antecipada. Estas condições são válidas até 30 de Junho de 2014.

Taxa varia consoante o montante e a moeda

O rendimento deste depósito varia consoante o montante aplicado e consoante a moeda escolhida para a constituição. Por exemplo, se constituir o depósito em euros (EUR) ou dólar norte-americano (USD), a taxa anual nominal líquida varia entre 1,3 e 1,6%. Se optar por constituir o depósito em dólar canadiano (CAD), a taxa líquida varia entre 2,2 e 2,4%. Pode ainda optar pela libra esterlina, cujo rendimento varia entre 1,8 e 2,1% líquido.

Atenção ao risco de taxa de câmbio

Constituir um depósito noutras moedas que não em euro, deixa o seu investimento sujeito ao risco de taxa de câmbio, podendo, no final, não conseguir recuperar o capital que aplicou, caso a moeda desvalorize. Um ano é um prazo muito curto para fazer investimentos com segurança em moedas estrangeiras, contudo, as nossas estimativas para estas moedas indicam que apenas o dólar norte-americano se deverá valorizar, face ao euro, num prazo mais curto. Nas restantes moedas as previsões são de estabilidade a curto prazo.

Não recomendado a subscrição deste depósito. Como as taxas de juro não superam os 2,4% líquidas (em CAD e para mais de 50 mil euros), parece-nos mais rentável e seguro optar pelos melhores depósitos a prazo do mercado em euros: a um ano consegue taxas de juro até 2,5% (com domiciliação de ordenado no Banco Popular) ou 2,3% no Banco Invest para novos montantes e no Privatbank. Até os Certificados de Aforro rendem mais (2,4% líquido em junho) do que este depósito.

Se optar por constituir o depósito numa das moedas estrangeiras e, por acaso, desvalorizar no próximo ano, nem todas as rezas ao santo da medalha oferecida lhe trarão de volta a totalidade do capital aplicado.

Fonte : Proteste Investe

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02 Jun 2014
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Mensagem Re: Depósitos Bancarios
SEGURANÇA DOS DEPÓSITOS

Best e Big têm os depósitos mais seguros, mas há um banco em que deve evitar aplicar.

O Banco Central Europeu, que é a entidade supervisora da banca a nível europeu, acaba de dar o pontapé de saída para a realização dos testes de resistência com vista a avaliar a capacidade dos bancos europeus de absorverem um novo choque financeiro. Este trabalho durará cerca de um ano e irá incidir sobre 130 bancos europeus que no seu conjunto representam 85% dos activos do sector bancário da zona euro. Analisámos os bancos que propõem depósitos aos particulares com o intuito de aferir o risco. Chegámos à conclusão que existem 3 grupos de depósitos bancários: os mais seguros, os de risco aceitável e os que são de evitar. Todos, incluindo até os do último grupo, estão abrangidos por um mecanismo de protecção que assegura os valores depositados.

Fundo de garantia do seu depósito

Os depósitos nos bancos portugueses estão abrangidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos, que protege o valor depositado até um montante de 100 mil euros por depositante titular. A maioria das Caixas de Crédito Agrícola participa no seu sistema próprio: o Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo, que também protege até 100 mil euros por depositante.

Porém, há bancos estrangeiros a operar em Portugal, cujos sistemas de garantia de depósitos são diferentes dos portugueses. É o caso dos depósitos constituídos no Barclays, que beneficiam da garantia de reembolso prestada por um fundo britânico, no Deutsche Bank, abrangido pelo sistema alemão, e no PrivatBank, que participa no da Letónia. As instituições espanholas Caja Duero e Novagalicia Banco fazem parte de dois sistemas espanhóis de proteção diferentes. Graças às regras europeias, todos os depósitos nestes bancos estrangeiros estão também garantidos até 100 mil euros. No Barclays, a proteção é até 85 mil libras por titular, o equivalente acerca de 101 mil euros.

Embora o limite de proteção seja o mesmo, na prática, as distâncias podem dificultar a resolução e, em rigor, a segurança pode não ser a mesma. Antes de fazer o depósito leia a Ficha de Informação Normalizada que o banco tem de lhe entregar. Tenha atenção à garantia do capital e à possibilidade de mobilização antecipada e respectiva penalização no rendimento.

Não há segurança absoluta

Apesar da segurança estar controlada pelos fundos de garantia também estes podem vir a tornar-se insolventes ou incapazes de satisfazer todos os seus compromissos em caso da falência de um dos maiores bancos. Actualmente, o Fundo de Garantia de Depósitos português recebe contribuição dos bancos para dotá-lo de fundos necessários no caso de ser necessário accioná-lo.

Porém, o montante disponível no fundo pode não ser suficiente para salvar os depositantes de um grande banco. No relatório de 2011 do Fundo de Garantia de Depósitos (o último publicado), os administradores revelam que o dinheiro disponível em caso de emergência cobria 1,3% dos depósitos abrangidos pela proteção. Dos números publicados é possível deduzir que, caso um dos cinco maiores bancos vá à falência, não haverá dinheiro suficiente para todos os depositantes. Neste caso, a dimensão não é um fator positivo na avaliação do risco.

É possível também que, caso os depósitos de um banco fiquem indisponíveis, o Governo possa intervir de forma a minimizar o impacto nas famílias. Naturalmente, a solução dependeria da dimensão da instituição financeira.

Ajuda superior

Em antecipação a uma intervenção, o Governo promoveu a recapitalização da banca. As operações destinaram-se a reforçar os capitais próprios, de forma a que os bancos nacionais cumprissem as exigências da autoridade bancária europeia e do Banco de Portugal. O reforço das exigências pelas entidades reguladoras surgiu com o intuito de dotar os bancos de um reforço de capitais, por forma a poderem resistir mais bem ao impacto de possíveis agravamentos da crise financeira ocorrida à escala mundial desde 2008 e agravada quando, em 2011, estalou a crise das dívidas soberanas na zona euro, que exigiu apoio externo (como o da troika da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional em Portugal, Irlanda e Grécia) e que se repercutiu na confiança nas entidades financeiras.

O Plano de Assistência Financeira a Portugal, assinado em maio de 2011 pelo Governo português, já previa um montante 12 mil milhões de euros destinados à recapitalização da banca nacional. Deste montante foram utilizados apenas 47% do total. A Caixa Geral de Depósitos beneficiou do apoio estatal à recapitalização, mas o montante de 1650 milhões de euros foi financiado diretamente pelo Governo e não veio do Plano. Os outros 3 bancos envolvidos foram o Banco Comercial Português, o Banco BPI e o Banif.

Os depósitos também têm risco

Para avaliar o risco dos depósitos bancários, aplicámos 4 testes aos balanços anuais dos 21 bancos que oferecem depósitos a prazo em Portugal. Apenas 2 bancos reúnem condições para poderem ser classificados como os mais seguros: Banco Big e Best Bank. Como também estão entre os mais generosos no pagamento de juros, não há dúvida que são bons destinos para as suas aplicações de curto prazo.

Na cauda da classificação surge o único banco no qual deve evitar constituir depósitos, devido a ter um risco elevado: o Banco de Caja España de Inversiones, Salamanca y Soria, que opera em Portugal com a marca Caja Duero. Ele fechou o ano passado com capitais próprios negativos. Em rigor, isto significa uma falência técnica.

Em 2012, o espanhol NCG Banco, que atua como Novagalicia Banco, não atingiu o rácio mínimo de capital, embora as contas semestrais mais recentes mostrem uma melhoria nesta área. Por isso, já se encontra entre os bancos com depósitos de risco aceitável.

Pelo balanço de 2012, o Banif também seria de evitar: embora o rácio de solvabilidade estivesse acima do limite mínimo, os restantes 3 indicadores ficaram abaixo dos valores aceitáveis. Entretanto, após o Estado ter entrado directamente no seu capital, tornando-se accionista, os indicadores do Banif melhoraram substancialmente e o banco passou para o grupo dos depósitos de risco aceitável.


Que fazer?

Se já tem depósitos em qualquer um dos bancos, beneficia de um mecanismo de proteção. Caso disponha de mais de 100 mil euros, reparta por mais do que um banco ou coloque outro titular de conta em cada banco. Se a sua conta tiver 2 titulares, a proteção sobe para 200 mil euros. Todavia, a garantia não é absoluta, pelo que além de comparar as condições de rendimento e de liquidez que são oferecidas por cada banco, deve também ponderar a escolha da instituição para constituir depósitos.

Há diferenças significativas e existe um banco a evitar dado o risco elevado dos seus depósitos. Nos restantes casos, compare as condições entre os vários bancos, nomeadamente o rendimento, a possibilidade de mobilização antecipada e a respetiva penalização nos juros. Se, todavia, não pretender mudar de banco, então procure negociar as melhores condições na instituição na qual já é cliente, mas actualmente é muito difícil negociar.

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25 Jun 2014
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Mensagem Re: Depósitos Bancarios
Hoje o meu livro sagrado traz em título ... DEPÓSITOS SEGUROS NO BES?

para acalmar os " mercados" nestes caso os depositantes lá vai uma opinião de quem estuda estes assuntos , vale o que vale e só acredita quem quer , mas os entendidos dizem não haver motivos para preocupação maior não deixando no entanto de fazer uma importante ressalva ... :smt045

“Li que há irregularidades nas contas da Espírito Santo International e que está numa situação financeira delicada. Sou cliente do BES. As minhas economias estão em perigo?”

Os problemas referidos colocam-se ao nível de uma empresa que é accionista indirecta do Banco Espírito Santo (BES). Com efeito, a Espírito Santo Financial Group (ESFG) é o maior accionista do BES (detém 25,1% do capital social do banco) e relatou terem sido detectadas irregularidades "materialmente relevantes" nas contas do seu accionista, a Espírito Santo International (ESI). Esta sociedade tem uma situação patrimonial muito negativa e detém 49,2% da ESFG, o maior accionista do BES.

Motivos para preocupação?

Se é cliente do BES e, por exemplo, tem depósitos é natural que estas notícias o deixem um pouco perturbado. No entanto, neste momento não vemos qualquer motivo especial de preocupação. Por várias razões:

– As irregularidades referidas foram detectadas na empresa ESI que detém 49,2% da ESFG. Esta é, por sua vez, o maior accionista do BES (detém 25,1% do banco), mas não é responsável pela situação financeira da ESI.

– O BES parece solvente e apresenta um rácio de solvabilidade Core Tier 1 de 9,8%, calculado em 31 de Março de 2014 segundo os critérios da Autoridade Bancária Europeia e acima do mínimo de 9% fixado por esta entidade (era 10,2% pelos critérios do Banco de Portugal cujo mínimo é de 10%). Além disso, o aumento de capital efectuado pelo BES, em Junho, reforçou a sua solidez financeira e agora o seu rácio de solvabilidade “Common Equity Tier 1” atinge 11,4%, bem acima do mínimo regulamentar de 7% agora em vigor com a implementação faseada das regras de Basileia III.

– Recordamos que, ao invés de outros bancos, em 2012, o BES não recorreu à ajuda do Estado para reforçar a sua estrutura financeira. Todavia, caso seja necessário, o montante previsto para a recapitalização da banca nacional no plano de assistência financeira a Portugal celebrado em maio de 2011 não foi todo utilizado. Com efeito, apenas 47% dos 12 mil milhões de euros (ME) foram utilizados e caso seja necessário ainda estão disponíveis 6,4 mil ME.

Garantias

Por outro lado, os depósitos estão garantidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos até 100 mil euros por depositante/titular. Se tem unidades de participação de fundos de investimento ou tratando-se de outros títulos, como as acções, estes estão abrangidos pelo Sistema de Indemnização aos Investidores até ao limite de 25 mil euros por depositante/titular, embora sujeitos ao valor de mercado.
Por isso, neste momento, acreditamos que não há motivos de preocupações para o seu dinheiro depositado no BES, sobretudo se este não exceder o valor de 100 mil euros por depositante/titular.

Fonte : Proteste Investe

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02 Jul 2014
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Mensagem Re: Depósitos Bancarios
Tenho algum investido no BES. Será que corro o risco de perder tudo ??
Cumprimentos
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Mensagem Re: Depósitos Bancarios
prov1 Escreveu:
Tenho algum investido no BES. Será que corro o risco de perder tudo ??
Cumprimentos
Ricardo Salgado (nick DDT)


é tudo uma questão de fé ... [-o<

seria até bom que outros " religiosos " pudessem ou soubessem dar informação relevante para a temática, não só pela diversificação, mas também para uma maior capacidade de decisão aos indecisos \:D/

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02 Jul 2014
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