
Re: Diário do isolamento do Atrás-de-Rabos
djolio78 Escreveu:
Vá lá à sua vida confrade, mais tarde analisarei essa dissertação
Ora então, confrade, vamos lá à minha dissertação.
Pertenço, como é sabido, ao grupo de pessoas que vê no cu o suprassumo do prazer sexual, prazer esse que pode ser disfrutado tanto pela proprietária da peida como pelo dono do bacamarte que perfura o esfincter da querida.
Ora, no que ao cu diz respeito, há duas principais formas de mensurar o prazer que cada um deles oferece. Um é o seu prazer exterior, e diz respeito à beleza do cu e ao prazer que se pode retirar com o simples olhar, ao apalpar, beijar, lamber, etc. Mensurar este prazer oferecido por cada cu implica avaliar variáveis como o tamanho, formato, movimento do nalguedo ao andar, firmeza, roupas que o cobrem, etc, etc, etc. Outro tipo de prazer é o chamado prazer interior, e diz respeito ao prazer sentido aquando da penetração propriamente dita, quando o proprietário do bacamarte efectivamente sente o cagueiro por dentro. Aqui, o facto que mais conta é o do aperto e grau de abertura do cu (apesar de haver mais alguns).
Ora, os dois tipos de prazer podem ser distintos e, como é sabido, alguns indivíduos podem regalar-se com um e não com o outro: isto acontece mais frequentemente no caso em que um individuo adora apreciar um cu, mas dispensa perfurá-lo (algo que eu não entendo...mas bem, cada um faz como quer).
Obviamente que o melhor mesmo é lidar com um cu que atinge altos níveis de prazer dos dois tipos, isto é, um cu que dá tesão só de ver e que ao mesmo tempo nos faz sentir óptimas sensações quando perfurado.
Em todo o caso, devo referir que, na minha carreira de enrabador, jamais recusei um cu, mesmo aqueles que não são particularmente apelativos no que ao prazer exterior diz respeito. Deve-se isto ao facto de o meu objectivo ser mesmo o de comer o máximo de cus possível e de estar disposto a retirar prazer de todos os cagueiros que me são oferecidos. Para além disso, há um lado que me desafia particularmente em tais enrabadelas: retirar prazer de um cu que não é particularmente belo é para mim um desafio que, como enrabador, gosto de aceitar. Já por diversas vezes tive assim a oportunidade de encontrar cus que, apesar de feios, me proporcionaram uma excelente sensação enquanto enrabador. Foi o caso, por exemplo, de uma GP brasileira que, há já muitos anos, conheci durante uma viagem a Aveiro e que tinha o cu muito achatado, mas que era óptimo para o aconchego do mangalho.
Neste âmbito, há apenas dois grupos de cus que rejeito alguma vez vir a comer, e por questões relacionadas com o factor idade:
- as que são muito novas, por razões óbvias. Logo para começar porque pedofilia é crime e porque é um acto que me repugna. Alguns cus, já perto dos 18 anos (nos casos em que as proprietárias parecem ser mais velhas do que realmente são, tanto física como psicologicamente), poderão até já ser apelativos, mas mesmo nesses casos o que há a fazer é esperar até tudo ser legal (não o fazer continuaria a ser crime e bem). É este um dos poucos casos em que censuro actos sexuais e acho que quem os faz deveria ir preso.
- os cus cujas proprietárias são demasiado velhas, porque...bem, é preciso ter alguns limites. Mas aqui não é tão fácil estabelecer um limite como o dos 18 anos...é conforme o caso.
Note-se, contudo, que continuo a preferir o dois em um, isto é, um cu que seja belo e que ao mesmo tempo dê para dar uma enrabadela digna de nota. Mas não rejeitarei um cu só porque ele me parece apelativo no seu exterior.
Esta é apenas e somente a minha opinião, e certamente que outros apreciadores da arte anal discordarão de mim. Falo apenas por mim.