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 Rede de sexo de luxo cobra 150 euros à hora 
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Confrade

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TD's nos últs 90 dias: 3 - Ajudando o Forum a Crescer
Mensagem Rede de sexo de luxo cobra 150 euros à hora
Cabecilha angariava prostitutas a quem cobrava comissões pelas sessões de sexo. Arrecadou dois milhões de euros. Mulheres eram castigadas se faltassem por doença ou se estivessem menstruadas.

As prostitutas eram vigiadas por câmaras de videovigilância e centenas de clientes foram filmados sem saberem num esquema de sexo que rendeu à cabecilha cerca de dois milhões de euros. Aconteceu entre os anos de 2020 e 2025.

Cátia Ramos, o cérebro da rede, conseguiu abrir três espaços em zonas residenciais e luxuosas de Lisboa, como o Saldanha e o Campo Pequeno, onde instalou um verdadeiro negócio de sexo. Dezenas de prostitutas trabalhavam para esta mulher e pagavam elevadas comissões pelos serviços sexuais prestados - divididos entre horários de meia hora, que rendiam 80 euros, e uma hora, que custava ao cliente 150 euros.

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/rede-de-sexo-de-luxo-cobra-150-euros-a-hora

Hoje,

 
 
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TD's nos últs 90 dias: 0 - Voyeur
Mensagem Re: Rede de sexo de luxo cobra 150 euros à hora
Não é a Cátia ramos que foi detida em 2025? https://www.cmjornal.pt/portugal/detalh ... mpo-grande

Hoje,
Iniciado
Suppoter**

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TD's nos últs 90 dias: 0 - Voyeur
Mensagem Re: Rede de sexo de luxo cobra 150 euros à hora
Trata-se, pelo menos, da casa da Azinhaga das Murtas, que tinha vários anúncios diários no ClassificadosX e, salvo erro, também tinha tópico aqui no fórum.



Artigo completo, vale a pena a leitura:

Rede de sexo de luxo cobra 150 euros à hora
Cabecilha angariava prostitutas a quem cobrava comissões pelas sessões de sexo. Arrecadou dois milhões de euros. Mulheres eram castigadas se faltassem por doença ou se estivessem menstruadas.

As prostitutas eram vigiadas por câmaras de videovigilância e centenas de clientes foram filmados sem saberem num esquema de sexo que rendeu à cabecilha cerca de dois milhões de euros. Aconteceu entre os anos de 2020 e 2025. Cátia Ramos, o cérebro da rede, conseguiu abrir três espaços em zonas residenciais e luxuosas de Lisboa, como o Saldanha e o Campo Pequeno, onde instalou um verdadeiro negócio de sexo. Dezenas de prostitutas trabalhavam para esta mulher e pagavam elevadas comissões pelos serviços sexuais prestados - divididos entre horários de meia hora, que rendiam 80 euros, e uma hora, que custava ao cliente 150 euros.

O esquema era tão meticuloso que envolvia o serviço de transporte aos homens que não quisessem deslocar-se pelos próprios meios aos bordéis. Assim que chegasse um cliente, as prostitutas, na sua maioria brasileiras, mães solteiras e a atravessar dificuldades financeiras, eram chamadas a uma sala, desfilavam em roupa interior e eram escolhidas a gosto. Havia um serviço “extra”, mais caro, que implicava, segundo a acusação do Ministério Público, “a prática sexual pedida pelo cliente e fora do habitual nomeadamente sexo sem preservativo, sexo anal ou fetiche”. À disposição dos clientes estavam também drogas, entre haxixe e cocaína. Cátia Ramos recrutou 11 pessoas para a ajudar neste esquema criminoso. Estão agora todos acusados pelos crimes de lenocínio, associação criminosa, branqueamento de capitais, fraude fiscal e tráfico de droga. A cabecilha e outro comparsa estão em prisão preventiva. Os restantes estão em liberdade, a aguardar julgamento.

Por mês as prostitutas, ainda que a pagar comissões, conseguiam rendimentos que rondavam os cinco mil euros. Mas a exigência de Cátia Ramos causava temor. As mulheres eram castigadas se faltassem por motivos de doença ou simplesmente por estarem menstruadas e recebiam mensagens ameaçadoras (ver coluna).
Todas elas integravam um grupo de WhatsApp onde, em caso de incumprimento, eram humilhadas em frente às outras. Diz a acusação que “a arguida Cátia Ramos exigia que todas as acompanhantes cumprissem os horários, sem atrasos; exigia atestado médico para justificarem as faltas, quando as prostitutas lhe comunicavam que não podiam trabalhar chamava-as de porcas e eliminava-as dos grupos e não permitia trocar os dias de folga para o fim de semana. O esquema terminou quando Cátia e os cúmplices foram detidos no ano passado.
Cria grupo de marcações com 582 participantes “drogados ricos”

Cátia Ramos não tinha mãos a medir com o negócio que ela criou sozinha, mas que em apenas cinco anos conseguiu tornar numa autêntica máquina de fazer dinheiro. A maioria dos clientes eram homens de classe média alta tanto que o grupo referia-se a eles como “drogados ricos”. As casas de prostituição de Cátia funcionavam dia e noite, mas o auge era atingido ao fim de semana com vários clientes a todas as horas. Cátia, segundo a acusação, chegou mesmo a criar um grupo com 582 participantes, que seriam os clientes, onde explicava todo o esquema de marcações e regras nas suas casas.

Perante o cansaço, algumas mulheres foram apanhadas a dormir nos intervalos de atendimento. “Isto aqui não é nenhuma escola. Eu pago às minhas funcionárias para atenderem os clientes, não é para fazer de babá de vocês. A próxima vez que alguma de vocês for apanhada a dormir no horário de trabalho não precisa de voltar. Mas onde é que vocês já viram pessoas a dormir durante o horário de trabalho? E o alarme da sala das meninas graças a vocês vai passar a ficar ligado. E não podem mexer na câmara”. Cátia era arrasadora. Não deixava passar um pormenor em falso.

A acusação do Ministério Público identifica mais de 20 mulheres como vítimas de Cátia Ramos e do restante leque de arguidos. As defesas dos mesmos estão agora a preparar as contestações ao que defende o Ministério Público, nomeadamente através da abertura de instrução.
“Bando de animais passou em casa”

Os estragos nas casas eram também castigados por parte de Cátia Ramos. Uma das mulheres estragou um autoclismo o que deu origem a aviso: “A partir de hoje são vocês que pagam. Não têm olhos na cara? Parece que passou aqui em casa um bando de animais. Isto é inaceitável. Uma vergonha, deviam ter vergonha”.

Contrata para vigiar a receção

Cátia Ramos percebeu que não conseguia sozinha levar o negócio avante. Fez várias contratações para rececionistas dos espaços e também vigilantes para estarem à porta. Eram homens que controlavam os clientes, mas, sobretudo as mulheres. Cátia dizia às prostitutas que era para a segurança delas. O Ministério Público entende que, para além, de “obter parte das quantias monetárias que eram entregues pelos clientes, atentava também contra a liberdade e autodeterminação das acompanhantes, o logrou conseguir”.

Advogados contestam

Pedro Pestana é advogado de uma das arguidas, que era rececionista de um dos espaços. “Vou apresentar requerimento para abertura de instrução. A minha cliente nunca integrou qualquer organização criminosa. Os 22 crimes de lenocínio não fazem sentido e devem cair já na fase de instrução”, disse o advogado ao CM.

Fornecia viagra

Para além de haxixe e cocaína, Cátia Ramos também fornecia viagra para os homens que assim o desejassem. Se no meio das relações sexuais, o cliente não gostasse da performance da prostituta podia pedir a devolução do dinheiro, nesse caso tinha direito a reaver metade do que tinha pago - 80 ou 150 euros.

Mensagens enviadas às prostitutas

"Não vamos tolerar faltas injustificadas nem atrasos. Têm duas folgas por semana, quem não achar suficiente sugiro procurar outro método de trabalho. Como o Elefante Branco por exemplo."
"Quem se negar a ir às apresentações [desfile em lingerie para os clientes] será mandado para casa no dia e se voltar a ocorrer será excluído da equipa."
"Todas as meninas foram informadas por mim e relembradas várias vezes que têm de estar sempre bem apresentadas. Cabelo arranjado, maquilhadas e bem vestidas."
"Em relação à roupa, gostos não se discutem, mas peço que tenham atenção àquilo que fica bem no vosso corpo. Às vezes o vestido da amiga não fica bem em nós."
"O mínimo é lavar o cabelo. Não consigo compreender como algumas meninas chegam com o cabelo cheio de óleo."

Hoje,
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