À especial atenção do confrade HBK80Isto de facto precisa de uma limpeza geral mas mais uma vez se pretende mostrar os 'maus' escondendo-se os 'bons'. Reiteradamente o confrade HBK mostra incoerência nas apreciações, não é uma pessoa isenta, faz uma análise das coisas de forma enviezada e pouco séria. Felizmente há arquivos que mostram a verdade nua e crua, onde se pode ver a escumalha de norte a sul. Se tivesse alguma coerência seria capaz de saber que uns e outros são carne do mesmo saco.
Citando o auditordoputedo "
é caso para dizer que são merda do mesmo olho do cú"
Alguns exemplos:
http://www.youtube.com/watch?v=Q9pL-G23ozo1) -
13 arguidos da claque No Name Boys condenados a pena efectivaDos 13 condenados a prisão efectiva destaque para a maior pena que foi a de António Claro, doze anos de prisão, seguida da de Hugo Caturna, oito anos, e de José Ferreira, sete anos.
No final da leitura da sentença, o advogado do arguido, Carlos Mouro Pereira, considerou a pena «demasiado pesada».
Nenhum dos arguidos do processo do núcleo duro dos No Name Boys, claque não legalizada do Benfica, foi condenado pelo crime de associação criminosa.
Os advogados de vários arguidos hoje condenados já anunciaram que vão recorrer da sentença, considerando que, com as penas aplicadas, os juízes quiseram passar uma mensagem às outras claques.
Os 37 arguidos do julgamento, que começou a 2 de Março e tem 16 processos conexos,
estavam indiciados da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de droga, posse de armas brancas e de guerra e outros ilícitos.2) -
Tráfico de droga e armas financiava os “No Name Boys”Após um ano de investigações, a PSP acredita que as 30 pessoas que deteve, no fim-de-semana, são o núcleo mais activo do grupo "No Name Boys", responsável por vários crimes altamente violentos ao longo do ano. Nove elementos da claque deram entrada, às 9.30 horas, no Tribunal de Instrucção Criminal de Lisboa, para continuar o interrogatório, interrompido, segunda-feira, cerca das 21 horas.
O grupo agora identificado - constituído por 28 homens e duas mulheres, com idades entre os 18 e os 30 anos, alguns deles com antecedentes criminais - é suspeito da prática dos crimes de associação criminosa, ofensas à integridade física, roubo, incêndio e explosão. E, segundo o comandante da Divisão de Investigação Criminial da PSP de Lisboa, Dário Prates, tinha no tráfico de drogas e armas uma das principais fontes de financiamento das suas actividades, viagens e deslocações para apoiar o Sport Lisboa e Benfica.
Dos 30 detidos, 14 foram logo na noite de domingo ouvidos por procuradores do Ministério Público, que acompanharam a operação, e ficaram com termo de identidade e residência (TIR). Os restantes 16 acabaram por passar a noite nos calabouços do Comando Metropolitano da PSP e só ontem começaram a ser ouvidos: três deles foram libertados com TIR, depois de terem estado no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa e, à tarde, os restantes 13 foram levados para o Tribunal de Investigação Criminal (TIC), onde alguns estavam ainda a ser ouvidos à hora do fecho desta edição. Contudo, pelo menos cinco deveriam permanecer detidos durante a noite, para voltarem hoje a ser presentes ao juiz de turno.
Nas 48 buscas domiciliárias - que decorreram maioritariamente na Grande Lisboa, mas também nos distritos do Porto, Setúbal e Castelo Branco - a PSP apreendeu 11,5 quilos de haxixe (o equivalente a 57 mil doses individuais), 115 gramas de cocaína (suficientes para mais de mil doses), 70 gramas de ecstasy e 187 gramas de liamba. Foram também apreendidas três armas de fogo (uma pistola de alarme 6.35 mm, um revólver 0.22 e uma pistola 7.65), munições de vários calibres e três réplicas de armas de fogo, provavelmente usadas para intimidação.
Foram também apreendidas três bestas (armas antigas usadas para atirar setas), quatro soqueiras, quatro bastões extensíveis, seis tacos de basebol, três armas eléctricas usadas para dar choques, embalagens de spray, diverso material pirotécnico (tochas, potes de fumo e um very-light), seis viaturas e mais de 15 mil euros em dinheiro.
Segundo a PSP, as acções deste grupo eram "muito bem planeados" e incluíam "operações de vigilância e seguimento" para encontrar a melhor hora e local para atacar as vítimas, maioritariamente membros de outras claques, mas também agentes da PSP. O Benfica nega qualquer relação com os "No Name Boys" e lembra que não tem nenhuma claque organizada, mas o certo é que uma das duas buscas não domiciliárias levadas a cabo foi a instalações utilizadas por elementos do grupo no Estádio da Luz.
3) -
http://www.rtp.pt/noticias/?article=417423&layout=122&visual=61&tm=8&4) -
http://www.dailymotion.com/video/x5v5rm_2008jun21-slb-x-fcp-hoquei-autocarr_newsP.S. - Os episódios da Juve Leo ficam para serem apreciados mais tarde
